PÁGINA DE AUXÍLIO PARA O MELHOR ENTENDIMENTO DE LIVROS CHINESES (EM GERAL ROMANCES DE ÉPOCA)

(Esse post foi feito com o intuito de facilitar a leitura de ‘novels’ asiáticas. Faz parte de uma série de posts. Acesse a sessão de TRADUÇÕES desse blog para ler os demais posts)

Essa é uma página para dúvidas que surgirem em relação a expressões indiomática e a contextos. Caso tenha alguma dúvida, faça ela aqui. Responderei a medida do meu conhecimento de leitura, o que significa que posso também falar: não faço a menor ideia!

E agora algumas informações que podem ajudar a você entender melhor algumas coisas dessas obras. Eu não sei nada de mandarim, mas leio vários livros traduzidos para o inglês dessa língua, então eu sei de algumas coisas que são práticas para um leitor.

Sobre os nomes: e como exemplo para tudo o que precisar, vou usar o nome Chan KongSang (陳港生) , que é o nome de verdade do Jackie Chan

O sobrenome vem primeiro no nome chinês, e geralmente é composto de um caractere, no caso dele, 陳, o Chan. Tem pouquíssimos sobrenomes com dois caracteres, e eles costumam ser o NanGong e o MuRong. Depois disso, temos o nome, que pode tanto ser comporto de um caractere, como dois caracteres. Nesse caso, é composto por dois caracteres, 港生, KongSang. Nas minhas traduções, para facilitar a vida de vocês, vou colocar sempre o sobrenome junto e também o nome junto. será Chan KongSang e não Chan Kong Sang.

Existem várias formas de colocar o diminuitivo no mandarim:

  • Essa geralmente é usada pela família e amigos mais próximos, e é como se fosse a forma mais infantil de chamar alguém. É duplicar um dos caracteres do nome. Por exemplo, O Jackie Chan poderia ser chamado pelo sua família de KongKong ou SangSang. Geralmente é o último, se não me engano… E como curiosidade, muitas meninas tem seus próprios nomes com o mesmo caractere duplicado.
  • Em geral, esse é um dos que mais vai aparecer em livros históricos, já que muitas meninas são chamadas dessa forma, por um motivo que ainda vou explicar. Seria uma maneira mais respeitosa de colocar o diminuitivo, que é colocar o Ah antes de um dos caracteres do nome. Então teremos o Ah Sang.
  • É o que mais se usa hoje em dia, mas antigamente, era o dado geralmente para servos ou animais. É o Xiao, que significa literalmente pequeno. Então seria Xiao Sang.
  • Esse é realmente das antigas, não se usa mais. Quando uma pessoa com mais idade fala com ou sobre uma pessoa de menor idade pela qual sente carinho, coloca um ‘er no final do caractere. Ele não tem mais idade para ser chamado assim, mas seria o Sang’er

Como eu acho muito estranho colocar um caractere chinês pequeno e um -inho ou -inha no final, isso é uma das poucas coisas que não adaptarei nas traduções.

sweet

Piedade filial é tudo!

Sabe aquela história de que os orientais tem respeito aos mais velhos por eles terem mais experiência. Não é exatamente isso. É uma questão de piedade filial. Resumindo, nós só existimos por causa dos nossos pais, por isso devemos a nossa própria vida a eles e durante a nossa existência, temos que agradecer ao fato de estarmos vivos sendo piedosos com eles. E também fazer isso com os antepassados. Tudo o que um pai fala está certo, sempre deve o obedecer, não deve maltratá-lo de maneira alguma, e deve fazer isso mesmo se for algo contra a sua vontade. E principalmente em público.

Ser chamado de “não filial” é uma ofensa grave.

Um exemplo do que é, em uma família de três gerações, se o avô pedir para que o pai faça algo com o seu filho que esse pai ache que não é correto, se esse pai for filial, ele fará o que o avô pediu mesmo que seja contra. Caso decida ficar do lado do filho e protegê-lo, esse pai está errado por não estar sendo filial, e o filho também está errado, já que fez com que o pai não fosse filial.

E a obediência familiar é hierárquica. Se alguém está em um grau de parentesco mais alto do que o seu, você ainda deve piedade filial a essa pessoa. Caso, por exemplo, um membro mais alto da sua família se case com alguém que é mais novo do que você, você deve ser filial com essa pessoa mais nova, já que na hierarquia, ela está acima de você.

Sobre casamentos

O antigo casamento chinês era decidido em um acordo entre os pais e um casamenteiro, e os filhos não poderiam opinar (não seria filial). Ainda hoje, há muitos casamentos arranjados dessa maneira e um casamento contra a vontade dos pais não é bem visto pela sociedade.

Na antiguidade, a cor do vestido da noiva e a roupa do noivo era vermelho, e essa era a cor reservada para uma esposa oficial (e não, isso foi bem antes da ideia de que um dia o partido comunista existiria). A cerimônia de casamento tinha vários ritos, mas basicamente é nessa ordem:

  1. o noivo envia presentes para a casa da noiva logo depois de noivarem.
  2. a noiva se veste de  vermelho e coloca um véu cobrindo a sua cara, e não era um de tule, era um que não permitia que vessem a sua cara.
  3. no dia do casamento, o noivo vai buscar a noiva na casa dela e a coloca dentro de uma carruagem, enquanto ele dirige OU dependendo da época e da riqueza da família, a noiva é enviada dentro de um palanquim carregada por X servos e espera pelo noivo na casa dele.
  4. Atrás da noiva, vai uma procissão de servos carregando objetos, dinheiro e certificados de propriedades que seriam o seu dote. O dote é algo que é da noiva, e não passa para a família do noivo.
  5. Depois de entrar pela porta da casa do noivo, eles já podem se considerar casados.
  6. O noivo e a noiva devem curvar publicamente em nome deles mesmos, depois pelos pais, depois pelo céu, depois pelo imperador.
  7. Colocam a noiva em um quarto enquanto o noivo recebe os cumprimentos.
  8. O noivo vai para o quarto, tira finalmente o véu da noiva, tomam uma bebiba alcoólica e finalmente o sexo.
  9. No dia seguinte, a esposa deveria cumprimentar todos os membros da família do seu marido.
  10. 3 dias depois de casados, a esposa voltava para a casa de sua antiga família para mostrar que está sendo bem tratada.

E quando casada, a mulher deixa de fazer parte da sua família materna para fazer parte da família de seu marido. Tem um ditado “uma filha casada é como água jogada”. O seu sogro e a sua sogra passam a ser seu pai e a sua mãe, e ela deve ser filial agora a eles, e não mais aos seus pais. E uma observação: é por isso que depois da política do filho único, tantas meninas foram abortadas. Como só poderiam ter um filho, se tivessem uma filha, eles teriam que dar ela para uma outra família e ficariam sozinhos.

Um homem podia ter só uma esposa oficial por vez, e essa seria para sempre considerada a principal. Caso ela morra e ele se case de novo, essa nova esposa será considerada como de status inferior a primeira esposa, assim como seus filhos serão considerados como de status inferior a da primeira esposa, mesmo que ainda sejam filhos de uma esposa.

É a esposa do atual patriarca a responsável pela administração da casa. Se ela não está fazendo isso, ou é porque ela já fez alguma coisa errada, ou está muito velha ou doente. Quem é a responsável pela administração da casa é realmente quem tem o poder na casa.

Apesar disso, um homem poderia ter quantas concubinas quisesse. Uma concubina também poderia se chamar de esposa e poderia afirmar que se casaram, e o homem de seu marido. Só que a cerimônia de casamento não é tão elaborada quando o de uma esposa oficial. E ainda mais na nobreza e na realeza, existe uma hierarquia entre as concubinas, com títulos de importância diferentes e com isso tratamentos diferentes. E o marido oficialmente sempre dará preferência a sua esposa principal, sendo que favorecer uma concubina em detrimento da esposa é um crime, literalmente falando. Ademais, o marido poderia oferecer sua concubina para ser concubina de outro homem, ou oferecer ela para se casar com alguém.

É esperado que uma esposa aceite e cuide de uma concubina, o que na prática sabemos que vai dar problema, mas… Caso ela recuse que o marido tenha uma concubina, ela será taxada de má esposa, podendo até mesmo ser um motivo para divórcio/ser rebaixada como concubina.

Concubina não significa amante, e sim um tipo mais baixo de esposa. Caso uma mulher não possua status o suficiente para ser uma concubina, ela pode se tornar uma amante. Uma amante não vive na mesma casa do homem e nem tem direitos legais.

Filhos na antiguidade

Existiam três tipos de possibilidades de nascença:

  • Ser o(a) filho(a) de uma esposa oficial, chamado de filho di. Seria como o filho verdadeiro do homem é aquele com maior prestígio dentre os irmãos. É esperado que ele tenha um cargo mais alto e ela arranje um melhor casamento do que os irmãos de outras mães.
  • Ser o(a) filho(a) de uma concubina, chamado de filho shu. Apesar de ter nascido de uma concubina, essa criança não pode a chamar de mãe, e essa é a esposa principal. A esposa principal é a responsável pela educação e casamento de um filho shu. É considerado como inferior a um filho di, e a sociedade em geral sempre vai ver algum defeito devido a origem inferior.
  • Ser o(a) filho(a) de uma mãe solteira. Aí esse sim está ferrado na vida! Mesmo se for um filho de uma amante e saiba quem é o seu pai, ele não pode ser reconhecido. E se o pai levar essa criança para casa, tenha certeza que ele será criticado.

So Lovely

Sociedade da hierarquia e obediência

Hierarquia é tudo quando se fala da China Antiga. Existia literalmente uma lista de rankings, e a forma de viver, se relacionar, o que comer, onde morar, tudo dependia de onde você estava. Haviam classes sociais que eram dificilmente modificadas, mas havia sim maneiras de mudar de classe:

  • Se for uma mulher, ela pode se tornar concubina de um homem de outra classe, e a família dele será a família dela.
  • Se uma mulher se casar como esposa ou concubina de um membro da realeza, ela fará parte da família real.
  • Caso entre para o exército e conseguir grandes feitos, conseguirá cargos elevados.
  • Caso estude e passe no exame imperial, se tornará um funcionário público, o que já é uma elevação se for um rapaz de origem humilde. E se conseguir trabalhar bem e ter um jeitinho corrupto, vai conseguir elevar de ranking.

Por exemplo, os mercadores eram considerados como uma das classes mais baixas nessa época, e diversas pessoas dessa classe eram literalmente os mais ricos do reino ou império. Mas mesmo assim, eles não poderiam viver em certos lugares, comerem certas coisas, vestirem certas roupas ou adornos. Basicamente, teriam muito dinheiro, mas não poderiam gastar com o que quisessem.

Mas a pessoa sempre deve estar ciente a que classe pertence e agir desse modo, mas não para aí. Temos também as subclasses, as subsubclasses. Em tudo há uma hierarquia. Já mencionei que há uma hierarquia no casamento, no qual a esposa está no topo e as concubinas vinham em seguida, cada uma com sua colocação. Os filhos mais velhos eram os mais estimados.

No palácio era a mesma coisa. O rei ou imperador estava acima de todos, literalmente. Depois dele, vinham seus parentes mais velhos e irmãos como família. Mas acima de todos esses, estaria a sua mãe (que pode ser a antiga imperatriz, ou a concubina que foi sua mãe), a imperatriz viúva, que também seria a pessoa de maior status no harém. Então sim viria a rainha ou imperatriz, seguida das concubinas, cada uma delas ocupando um ranking. Em alguns momentos da história, houveram concubinas que tiveram o status quase igual a de uma imperatriz, a Huang Gui Fei, que seria traduzido como Nobre Consorte Imperial. Como as palavras do imperador eram consideradas como indiscutíveis, era difícil uma concubina chegar a se tornar uma imperatriz, ainda mais se ela se casou enquanto o seu marido ainda não era monarca, já que era considerado como uma desobediência ao seu pai.

Etiqueta de nomeação

Era considerado como uma grande falta de respeito com alguém ser chamado pelo próprio nome em público. É como se essa pessoa não valesse nada. Por isso o Ah para as garotas era tão popular para as meninas, já que era uma maneira de chamá-las sem ser descortês. Ou ainda era uma prova de intimidade com a pessoa.

Em uma família, era comum chamar o filho não pelo nome, mas por sua ordem de nascimento na família patriarcal, o que também vale para primos, tios… E a ordem de nascimento não se restringe só aos filhos de um pai, mas sim de toda a sua geração, deste modo incluindo irmãos e primos.

Quando casada, uma mulher pode ser chamada tanto de esposa (furen) junto com o sobrenome da sua família de origem, quanto a da família do marido. Geralmente é a da família de origem. O termo que é usado é o de esposa mesmo, mas em traduções, é substituído por termos que ficariam menos esquisitos na língua, como eu uso o senhora. Por isso, a filha da família X que se casou com a família Y poderia ser chamada tanto de senhora X (X furen), quanto alguém vai querer a chamar de senhora Y (Y furen). Caso seja uma concubina, se não me engano usa-se um dos caracteres do seu nome, mas ainda continua a ser chamada de esposa. Vamos imaginar a concubina Bai Xiangxiu de Condenada a ser um personagem secundário, ela é a senhora Xiu (Xiu furen).

Para aqueles que tem um trabalho ou cargo, o esquema é parecido com o da esposa, só que em vez de esposa, é colocado o cargo em que ocupa. X e então o cargo que ocupa.

Caso seja alguém que tenha algum título real concedido, seja um duque, uma princesa, uma concubina real, a pessoa é referida pelo título. E falando em pessoas importantes, aqueles com cargos realmente altos (ou seja, o imperador e a imperatriz), nem os caracteres dos nomes deles podem ser escritos durante o reinado, já que é considerado um crime.

Um ‘velho’, ‘ancião’, ‘tio’, ‘senhor’, ‘senhorita’, ou coisas parecidas também valiam. Só não chame alguém pelo nome!

Agora se você é um Zé Ninguém, as pessoas vão te chamar pelo nome.

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Casa de antigamente

A casa da maioria das pessoas, ou seja, povão, é um cercadinho com uma construção no meio. Geralmente a cozinha ficava em um lugar separado e com parte dela ao ar livre.

Já a casa dos ricos e famosos, é diferente. São os Fu, que eu traduzi simplesmente como propriedade. E essas propriedades tem nomes, de acordo com o cargo de quem ocupa. Se for um príncipe X, é o Príncipe X Fu, se for de um ministro do X, é o Ministro do X Fu. Mas também pode ter nomes se o dono for da realeza, caso seja um duque ou marquês, você poderia dar um nome para o Fu, ou dariam para você. Seria o X Y Fu.

E essas propriedades eram como verdadeiros residenciais de hoje em em dia, cheias de casinhas, os pavilhões. Cada pavilhão tinha um nome. Eram várias construções com um cercado, cada uma com uma finalidade. Ao fundo, com difícil acesso para visitantes, ficavam os pavilhões destinados as mulheres da família. Nesses Fus também tinham jardins, miniflorestas se fosse bem rico.

Etiqueta e bons modos

Vou falar mais sobre mulheres, já que os livros que traduzo são voltados para um universo feminino.

Quando a sociedade estava pautada no confucionismo, a vida de uma mulher não era fácil, e nem valorizada. Era considerada como inferiora a um homem. O confusionismo não é exatamente a filosofia mais feminista já criada. Um dos textos básicos para as mulheres era sobre as 3 obediências e as 4 virtudes:

As três obediências são para

  1. o seu pai quando é filha: sinal de piedade filial
  2. o seu marido quando é uma esposa: não desafiar o seu marido e ser fiel a ele, mesmo depois de sua morte (não se casar de novo)
  3. o seu filho quando é uma viúva: quando o marido morrer, o filho se torna o novo senhor da família (só que essa obediência tem uma brecha, já que mesmo sendo mulher, o filho deve devoção filial a ela)
  4.  não oficialmente, aos sogros quando é casada: já que são os novos pais

As quatro virtudes femininas são:

  1. a virtude de uma esposa: que era não ter virtudes (é isso mesmo), e se comportar sempre de maneira apropriada
  2. a fala de uma esposa: não deve brigar e ser sempre falar pouco e baixo
  3. a postura e aparência de uma esposa: não significa ser bonita, mas sim limpa e apresentável
  4. o trabalho de uma esposa: estar sempre focada nas atividades domésticas, não precisando necessariamente fazer bem.

A vida de uma mulher, nobre ou não, não era fácil. Uma solteira ser vista por homens era visto como escandaloso, por isso nem ficavam no mesmo cômodo. Uma mulher bem-nascida quando era bem cuidado (ou talvez extremamente maltratada) pela sua família poderia nem sequer sair da sua própria casa até o dia do seu casamento. O contato com um homem era considerado uma desonra. Na história, existem relatos de mulheres que chegaram a amputar a própria mão por ter esbarrado sem querer em um homem, e esse comportamento foi considerado como exemplar.

Para passar o tempo e conseguir vantagens na hora de conseguir um casamento, as garotas aprendiam a bordar, a cantar, a dançar, a tocar instrumentos musicais (de preferência o zither), a jogar jogos de tabuleiro, a pintar e mais algumas coisas. Eram poucas as meninas que aprendiam a escrever, e com isso a caligrafia e a poesia, já que mulheres muito educadas eram mal-vistas por algumas famílias, e por isso teria dificuldade em se casar. Mulheres educadas eram vistas como “geniosas” e difíceis de controlar. Caso seja uma filha di e a mãe tenha o mínimo de inteligência, ela vai ensinar a filha a administrar uma propriedade, já que será isso o que fará depois de se casar.

Não era bem visto que as mulheres saiam de casa, ainda mais as solteiras, e muito menos entrem em contato com homens. Por isso, se você fosse uma filha muito amada e cujos pais queiram que se case bem, seriam extremamente raras as oportunidades para sair do seu próprio pavilhão. E isso era para todas as classes sociais, quanto mais uma mulher exibia o rosto, mas rodada ela seria considerada. Uma das poucas oportunidades que teriam para sair de casa era para os templos, em festas, fazer compras e talvez ir a restaurantes, sempre em lugares nos quais haveria uma divisória entre homens e mulheres. Jamais sairiam de casa sozinhas,

Nas famílias existiam servas jovens, crianças mesmos, que desde novas começavam a trabalhar para a família. Caso tenha alguma sorte ou talento, essa menina vai ser escolhida como serva pessoal de um dos membros da família, e com isso terá que aprender a bordar, costurar, essas coisas que também ajudam no mercado casamenteiro. Filhas de famílias trabalhadoras também aprendiam o ofício desde cedo, e também a ser uma dona de casa.

Mas essas servas pessoais também tinham uma vantagem/desvantagem. Quando a sua senhora se casava, o marido poderia tomá-la como concubina mesmo contra a sua vontade, e o seu status na família seria extremamente baixo.

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Padrão de beleza

Só como curiosidade, os padrões de beleza do leste asiático não mudou muito desde a antiguidade. Asiáticas bonitas que consideramos bonitas como a Sabrina Sato e a Geovanna Tominaga não seriam consideradas o mesmo por lá. Acho que alguns conhecem a atriz americana Lucy Liu e a modelo Lu Yan, que são símbolos da beleza asiática no ocidente, mas no oriente, elas são famosas por serem feias.

Para ser considerada bonita, uma mulher deve ter olhos grandes e pálpebra dupla (a dobrinha acima dos olhos que os não-asiáticos costumam ter – só para comparar, a modelo Lu Yan não tem), rosto fino e pequeno, ser magra, baixa, ter a boca pequena, cabelos escuros, pupilas negras e, principalmente, ter a pele clara. Mimimis à parte, essa é a descrição de qualquer mulher em um livro que é bonita é exatamente essa. Para quem tem certos níveis de sensibilidade, saiba que todas as vezes que um “pele escura” é mencionado, é porque o personagem é feio.

Opinião pessoal: Não acho que é racismo, já que esse é um padrão de beleza que é literalmente milenar, e essa parte do mundo só recentemente teve contato com pessoas descendentes da África Subsaariana. É um sistema de beleza que foi criado dentro de uma própria “raça”. Depois de ficar lendo isso por algum tempo, você aprende a relevar! E uma opinião minha sobre padrões de beleza: eles são mesmos feitos para excluir e para que poucas pessoas se encaixem. Se você não está dentro do padrão de beleza de onde você mora, não se preocupe! Quase ninguém ao seu redor é considerado bonito!

A atriz Fan BingBing é considerada como a mulher mais bonita na China na atualidade por muitos.

Para os homens é quase a mesma coisa, só munda o ser baixo para ser alto.
Pinturas do AUwe - Der Jen - Pinturas - Beleza Chinesa

Todas as imagens foram retirada do Pinterest

 

Minidicionário de títulos e nomes úteis em mandarim

Aija: como a Imperatriz viúva refere a si mesma
Ben Gong: literalmente “esse palácio”. É o modo como a Imperatriz ou as consortes do Imperador de alto status chamam a si mesmas em uma conversa com alguém de menor status que elas. Formal
Ben Wang: literalmente “esse príncipe”, é como um Wang refere a si mesmo em uma conversa com alguém de status inferior. Formal.
Ben Wangfei: literalmente “essa princesa”, é como uma Wanfei refere a si mesma em uma conversa com alguém de status inferior. Formal.
Biao: antes de um outro título, significa parente do lado materno.
Buyao: nome de um grampo de cabelo no qual tenha algo pendurado, que se meche quando a mulher anda.
Cefei: concubina de um Wang de alto status.
Jiejie: jie: irmã mais velha. Usado para uma irmã biológica ou adotada, prima da mesma geração do lado paterno, esposa e concubinas do mesmo marido, amiga íntima.
Daren: homem adulto com um certo status, respeitado, mas que não tem título. Hoje em dia, é usado como uma espécie de “senpai”.
Didi: irmão mais novo. Usado para uma irmão biológico ou adotado, primo da mesma geração do lado paterno, amigo íntimo.
Erchen: como um príncipe refere a si mesmo para a Imperatriz.
Erxi: nora.

Fu: Residência Oficial. Não é só uma construção, mas a noção de uma família
Fuhuang: como um príncipe refere a si mesmo para a Imperador.
Fuma: marido de uma princesa.
Furen: esposa oficial.
Gege: irmão mais velho. Usado para uma irmão biológico ou adotado, primo da mesma geração do lado paterno, amigo íntimo.
Gonggong: nome para se referir a um taijian.
Gongzhu: princesa, filha de um imperador, ou um título que pode ser dado a uma sobrinha favorecida.
Gongzi: filho de uma família nobre, ou então um rapaz respeitável.
Guniang: jovem dama, filha de uma família nobre.
Huangdi: Imperador
Junma: marido de uma junzhu
Junzhu: Princesa de segundo escalão, geralmente título dado para a sobrinha do imperador ou uma mulher da família real.
Mama: serva casada, não jovem.
Meimei, mei: irmã mais nova. Usado para uma irmã biológica ou adotada, prima da mesma geração do lado paterno, esposa e concubinas do mesmo marido, amiga íntima.
Muhou: nome que os filhos do Imperador chamavam a imperatriz. É geralmente traduzido como mãe imperial.
Mufei: nome que os filhos do Imperador chamavam as concubinas dele, incluindo talvez até a sua mãe biológica
Niangniang: como a Imperatriz ou as consortes do Imperador de alto status são chamadas pelas demais pessoas abaixo delas.
Nucai, Nubi, Nu: como um servo referia a si mesmo para alguém de alto status. Ainda, é como uma concubina deveria se referir a si mesma.
Popo: sogra do lado de um marido.
Qie: nome genérico para concubina. Também um modo de chamar a si mesma quando falar com o próprio marido, tanto para esposas oficiais, quanto para concubinas.
Shiqie: concubina de um Wang de status intermediário, ou concubina de forma geral. Maior do que uma Tongfang, mas menor que uma Cefei.
Shi: “nome do clã” para mulheres casadas. Literalmente um Senhora.
Taijian: eunuco
Taiyi: médico imperial, que trabalha no palácio. É considerado como um ranking acima de um médico que atende em uma clínica
Taitai: mulher casada. Geralmente é usado só para mulheres bem velhas, com um Lao (velha) na frente. Não é desrespeitoso.
Taizi: Príncipe Herdeiro
Tang: com mais um título a seguir. Parente do lado paterno.
Tongfang: o mais baixo nível de concubina que um Wang pode ter.
Wang: rei, ou príncipe. Era o título do monarca antes de existir um império, e virar Imperador, e seus filhos terem o título de Wang. Esse também é um título que pode ser dado a alguém fora da família real. O significado literal é “rei”, mas em geral é entendido como “príncipe”.
Wang’ye: Como um Wang é chamado por alguém
Wangfei: princesa consorte. Esposa principal de um Wang.
Yatou: serva jovem. Também um termo denegrindo uma garota nobre.
Xianzhu: menor dos títulos para princesa, pode ser dado para alguém de fora da família imperial
Zhen: literalmente “Nós” imperial. É como o Imperador se refere a si mesmo.

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Novidades: livro novo, grupo de traduções novo, tradutora nova!

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Digamos que são novidades acumuladas, já que só agora tenho tempo para falar. Usemos uma cor de texto para cada uma!

A primeira, e para o nome Valentina Valentina Linz, a mais importante, é sim um livro novo, numa plataforma que já usei por algum tempo, mas abandonei. Tive meus tempos de https://www.fanfiction.net/ há vários anos atrás, foi lá que comecei a escrever, a ter leitores… com um outro nome que NÃO VOU REVELAR qual é (para mim, essa é uma época obscura na minha vida). E quando decidi publicar livros, decidi escrever tudo de uma vez e publicar na Amazon e na Smashwords. Por isso, nunca passei pela fase Wattpad que muitos escritores que compartilham o mesmo público que eu usam, começam…

Já tentei uma vez entrar na Wattpad, mas confesso que foi sim uma idiotice. Decidi disponibilizar A vilã da história nele, mas depois de cerca de um ano de publicação em outros meios. Sim, não fazia o menor sentido. Porém, sempre senti que tinha que fazer algo no Wattpad.

Como falo em várias “cônicas de uma tradutora”, tenho mais de um livro sendo escrito no momento, e tenho esse histórico de abandona-um-livro-e-pegue-outro-depois-volta-para-o-último-livro. Aquele que realmente estou usando toda a minha dedicação é um livro que terá que passar por uma revisão séria depois que eu terminar. E como é o dia das novidades, não vejo problema algum em compartilhar o título provisório dele:

… e bonita também

(sim, o título é “… e bonita também”, com os três pontinhos!)

Mas… eu tinha esse desejo de publicar algo no wattpad. E não poderá ser … e linda também. Já fazia algum tempo em que não tinha esses ideias repentinas, e se tem algo que sei de mim mesma, é que minhas ideias que surgem do nada geralmente me levam para algum lugar. E do nada, lembrei-me de um livro que estava abandonado há alguns meses. Parei de escrever … e bonita também para me dedicar a esse livro, mas logo voltei ao livro antigo. Mas… pensei que sim, esse livro é perfeito para o wattpad.

O nome do livro é As estrelas mostram o caminho e o link para ele é esse aqui, e a capa é essa aqui:
Valetina Linz (2).png

Sim, quando falei que os livros chineses estavam sendo uma inspiração para mim, essa inspiração está sendo colocada na prática com esse livro! Mais comentários sobre As estrelas mostram o caminho em um próximo post!

E já anunciei que as minhas traduções migraram para a Otaku Nya Scan, elas já migraram. Os dois livros que estou traduzindo, A encantadora cortesã: Mei Gongquing & A princesa WeiYang, já estão no ar lá. Basta acessar para lerem. Mas não é sobre isso que queria falar aqui.

Como já disse, foi criado um grupo de traduções lá de livros (ou novels… odeio esse nome, acho que tem um sentido degradante, como se não fossem livros de verdade!), e esse grupo está começando com força total! Já temos autorização para traduzir diversos livros populares, alguns que acompanho e posso afirmar que são bons. O grupo está aberto para novos tradutores e revisores voluntários.

Caso você se interesse, basta entrar em contato com eles.

(caso me perguntem como tenho tempo de escrever livros & traduzir livros, a resposta é simples: é isso o que faço no meu momento livro. Não assisto TV, não fico conversando em grupos, nada de youtube, 0 de vida social. Cada um se diverte do seu jeito!)

Agora, o último recado:

The story’s villain – part 1 já está disponível em pelo menos 3 plataformas digitais. E finalmente temos um provável tradutor para o restante do livro. Talvez esse anúncio seja rápido demais, considerando que nem sempre um acordo de tradução vai para frente, mas ele foi feito! Logo teremos a part 2!

Nova tradução: A Princesa WeiYang, e algumas conversas


Olá, querido leitores, e também potenciais leitores.
Queria começar compartilhando o começo do meu dia com vocês. Geralmente costumo natalmente acordar muito cedo, assim tem um tempo desocupada, o que geralmente gasto lendo alguns novos capítulos de livros asiáticos que acompanho. Assim, a primeira coisa que faço é entrar na internet, pegar esse capítulos, colocá-los num arquivo do word e então passá-los para o meu Kindle.
E a primeira coisa que percebi era que finalmente chegou um dia que estava aguardando ansiosamente: a Qidian finalmente liberou a sua tradução do livro no qual o drama Agentes da Princesa foi baseado.
Para quem não sabe, esse livro estava sendo traduzido, mas a sua tradução parou. Porém, a tradutora que fazia o trabalho fez isso por motivos pessoais, mas ao invés de liberar para que um outro tradutor continuar, ela agarrou o livro e não quis soltar. Falou por meses que estava quase terminando o próximo capítulo, que não tinha abandonado a tradução… e considerando que é um dos meus livros favoritos, não tive uma reação positiva a isso. Só que a Qidian Internacional decidiu fazer a tradução desse livro, e finalmente liberaram os primeiros capítulos! Aqui está a página: The Legend of Chu Qiao: Division 11’s Princess Agent . Considerando o ritmo de tradução deles, logo alcançará onde a primeira tradução parou.
Então, já nessa felicidade, recebi um popup de um novo e-mail.
É só a autorização para a tradução de um dos livros que eu tinha pedido.
A Princesa WeiYang. Aquela Princesa WeiYang. A mesmíssima princesa Wei Young que foi o drama do ano de 2016, que várias pessoas adoram.
E agora será traduzido em português!
E como eu sou eu, já tinha traduzido DOIS capítulos do livro logo depois de enviar esse convite, e fazer a página de um livro é rápido, já vou publicar um capítulo. Já vou mudar de assunto!
Há um motivo pelo qual eu traduzi esses dois capítulos antes de enviar o convite: treinar a tradução, é claro, e Mei Gonqging. Não sei se você me acompanha nas redes sociais, mas nesses dias estou desabafando sobre a frustração de decidir traduzir esse livro. Acho que o escolhi pelos motivos errados, e definitivamente sem pensar muito.
Mei Gongqing é sim um livro espetacular, lindo, bem escrito, e ainda falta muita tradução para você ver como ele é único. E é sério, pode se preparar para coisas que vão surpreender você, que você não imaginava que aconteceria nesse livro. Em questão de reviravolta, Mei Gongqing é quase um Game of Thrones! Contudo…
São pouquissimos os livros chineses com protagonistas femininas traduzidos para o português, e nenhum poderia ser chamado de do mesmo gênero que esse. Falando de livro do gênero de renascimento (fiz um post sobre isso, dá uma olhada no menu), que sempre tem a mesma premissa, ele é o diferente, mesmo que seja parecido. Até quando fiz uma leitura de leve dos primeiros capítulos de A Princesa WeiYang vi um comentário de alguém comparando esse livro com… Mei Gongqing! E só adiantando, não acho que os dois livros se desenvolvam de maneira semelhante, mas é inegável que o começo é parecido, já que todos os livros de renascimento com protagonista feminina são parecidos: a mocinha viveu uma vida miserável, então foi traída pelo marido e geralmente uma parente ou amiga, é assassinada ou obrigada a cometer suicídio, volta no tempo e decide concertar tudo.
Aquilo que sempre para mim se destacou em Mei Gongqing é algo que não mencionei acima. Geralmente a mocinha é alguém com status, nascença, relativamente altos, e era esperado que tivesse uma vida maravilhosa! Mas é usada e feita de boba por todos ao seu redor, confiando nas pessoas erradas, ela perde tudo o que supostamente seria dela e acaba miserável e morta no fim da sua primeira vida. O que não é o caso desse livro. Chen Rong (a protagonista) viveu a sua primeira vida da maneira que supostamente deveria viver, terminando como uma concubina amargurada e rejeitada. A história é a sua busca por uma vida que ela jamais poderia ter sendo quem ela era. Por isso mesmo para mim não há, pelo menos com uma tradução para o inglês, um livro que seja parecido com esse. Assim, tudo o que para mim seria grandes pontos positivos para Mei Gongqing, acabam se perdendo por estar sozinho no mundo do português.
Só para mencionar, tem sim um outro livro muito parecido com A Princesa WeiYang que está sendo traduzido nesse momento, The Rebirth of the Malicious Empress of Military Lineage.
Contudo, o que mais me frustra na tradução desse livro é a linguagem. Já falei o tanto que admiro a tradutora para o inglês por conseguir traduzir isso do mandarim, e uma salva de palmas para mim por também estar fazendo isso com o português. A linguagem do livro por vezes é sim poética, o que torna difícil de traduzir algumas passagens, o que me obriga a ficar algum tempo parada, planejando como traduzirei uma simples frase. Costumo traduzir (e sim, já traduzia como freelancer antes – e quem quiser me contratar, basta entrar em contato) sem pensar muito, olhando fixamente para o texto em inglês e escrevendo sem parar em um outro arquivo (não uso nenhum programa especial para tradução, só o bom e velho word). Fazer essa pausa para planejar uma frase é algo que não sou acostumada a fazer, e também que me faz gastar um bom tempo em cada capítulo, mesmo que os pequenos. E ainda não costuma sair algo bonito disso. Além disso, o vocabulário usado é cheio de palavras pouco usadas, que obviamente não conheço, e tenho de recorrer ao famoso Google Tradutor com frequência para saber o significado. E várias vezes nem esse programa reconhece a palavra ou expressão, tendo de usar o Urban Dictionary mesmo… Quando chego nesse nível, é porque a palavra é verdadeiramente obscura.
Por tal razão traduzi A Princesa WeiYang antes de pedir a autorização… Dois livros extremamente líricos ao mesmo tempo eu não consigo! Mas Princesa WeiYang, ah… Princesa WeiYang! Só tiro a mão do meu teclado quando esqueço o significado da palavra em português!
Então… isso significa que ficarei com dois projetos ao mesmo tempo. Costumava publicar dois capítulos de Mei Gongqing em média, quando não tinha algum problema, mas agora será só um capítulo, junto com o de A Princesa WeiYang. Contudo, eu NÃO prometo entregar um capítulo inteiro de A Princesa WeiYang todas as semanas. É devido a algo que costuma acontecer com livros de publicação por capítulo chineses, mas que não afetou Mei Gongqing. Em geral os primeiros capítulos são pequenos, mas logo dobram, triplicam de tamanho. O atual grupo que traduz esse livro não publica um capítulo inteiro, geralmente agora está sendo meio capítulo por semana.
E sim, é um grupo de tradução, com mais de um tradutor, só para um livro.

Ainda não tinha feito um post mesmo no blog sobre isso.
Estou pensando e começando a recrutar pessoas para formar um grupo de tradução só de livros asiáticos com protagonistas femininas. Ainda nem está sendo pensado direito, já que não tem nenhum voluntário como tradutor ou revisor. Com isso talvez possa ser entregues os capítulos de Mei Gongqing e A Princesa WeiYang mais rápido, caso seja decidido ter vários tradutores para o mesmo livro, ou então ter mais livros traduzidos. Pessoalmente, eu entregaria um desses projetos para um outro tradutor caso queira… na realidade, peguei a autorização da tradução de A Princesa WeiYang para um tradutor, com a ideia de que começarei e alguém continuará…
Por isso, se tem conhecimento de inglês ou português, interesse em ser tradutor ou revisor, contacte-me. Só para ter uma estimativa do tempo que você gatará por semana dedicado a isso, eu gastei menos de duas horas na tradução desses capítulos de A Princesa WeiYang, e gasto em média de duas as tês horas para traduzir Mei Gongqing.

Mas falando em autorização… O atual grupo de tradução NÃO tem a autorização para a tradução de A Princesa WeiYang, porém eles me autorizaram a usar o seu material produzido. E perderam o contato com o tradutor original, assim não sei se o primeiro grupo de tradução tinha autorização da autora ou da editora, mas eles tem a autorização desses para continuar a tradução que foi feita. Então, basicamente eu tenho a autorização sim de traduzir esse conteúdo produzido pelos dois grupos, que foi expressa, mas eles oficialmente não tem autorização. Assim, ‘oficialmente’ eu tenho em quem jogar a culpa caso aconteça algo, e se por algum motivo o atual grupo tiver algum problema (o que devido ao backlash que a Qidian sofreu no ano passado é improvável de acontecer, ainda mais se tratando de um grupo que NÃO lucra com a tradução), apagarei essa tradução.
E falando em polêmicas, talvez você ouviu falar sobre o escândalo de plágio que esse livro teve, no qual a autora foi acusada de plagiar XYZ livros, tendo só poucos parágrafos que ela mesma escreveu. E esse escândalo já foi solucionado, provado que NÃO houve nenhum plágio. O que aconteceu? Bom… como já chegou até aqui, você deve se lembrar que há pouco tempo mencionei que livros do gênero de reincarnação tem um enredo parecido, assim, é obvio que encontrará muita coisa parecida em outros livros. E a quantidade de livros com os quais ela foi acusada de plagiar é realmente XYZ, se não me engano, eram mais de mil livros. Provavelmente o que ocorreu foi alguém usar um programa pouco calibrado para detectar plágio e encontrado uma semelhança de partes entre A Princesa WeiYang e diversos outros livros, o que é realmente esperado quando tem um gênero com livros parecidos. O problema seria se encontrasse uma semelhança gigantesca com poucos livros, o que significaria que a autora estaria copiando esses livros, mudando algumas palavras.

Então… AQUI ESTÁ O ENDEREÇO DA PÁGINA DE A PRINCESA WEIYANG!
E… como já está pronto… AQUI ESTÁ O PRIMEIRO CAPÍTULO! Sexta feira teremos pelo menos mais um capítulo, e provavelmente só!

Migrando de blog… pelo menos uma parte!

Estava há algum tempo desconfiada das estatísticas do WordPress, no qual só mostrava que menos de meia dúzia de pessoas liam essa tradução, com alguns capítulos até mesmo sem nenhuma leitura (o que faz dos meus leitores uns sádicos por gostarem de ler histórias cheias de buracos, ou que a estatística esteja mesmo ruim…). E como conversei com algumas pessoas que leram certos capítulos, e essas visualizações não apareceram nas minhas estatísticas… então…

Por isso decidi mudar o lugar de publicação dessa tradução, para o blogspot. Aqui está o endereço:

https://valentinalinztraducoes.blogspot.com.br/

A contagem de visualizações é importante para mim. Como expliquei no último capítulo que publiquei nesse blog, não ganho nada com essa tradução, é totalmente voluntária, mas… eu não quero fazer o papel de trouxa e gastar meu tempo em uma tradução que é sim difícil algumas vezes, para que ninguém leia!

Esse blog vai continuar a existir, mas para o meu “eu” escritora (ainda não leram meus livros? Pelo que eu saiba, tem propaganda deles por todo lado por aqui. VAI COMPRAR A-G-O-R-A!), e com as minhas resenhas. Mas as traduções continuaram no outro blog.

https://valentinalinztraducoes.blogspot.com.br/

A encantadora cortesã: capítulos 11 e 12

Novos capítulos de A encantadora cortesã: Mei gongqing:

A encantadora cortesã: Mei Gongqing – capítulo 11

A encantadora cortesã: Mei Gongqing – capítulo 12

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Caso tenha perdido o anúncio, repostei a primeira metade do primeiro capítulo por achar que estava mal traduzido.

É, leitores, acabou a bonança. Lancei 5 capítulos de uma vez na primeira semana para ter mais material disponível, mas agora essa será a nova média de capítulos por semana. 2 ou 3 capítulos. Para começar, porque dá muito trabalho traduzir esse tantão de capítulos, e para terminar, porque a tradução está em andamento. O tradutor em inglês costuma lançar de 2 a 4 capítulos por mês, e no momento está com cerca de 150 capítulos traduzidos. Não faz sentido eu traduzir vários capítulos rapidamente, e depois dar a vocês uma tradução mensal.