Kindle: o velho e o novo

Para quem chegou nesse post de para-quedas, eu uso um aparelho kindle desde 2012, porém ele quebrou agora, em março de 2018, e comprei um novo. Já tinha feito um post que era basicamente uma declaração de paixão minha pelo meu kindle. Só que ele estragou (e ressucitou), então comprei outro. Apesar de não gostar de fazer resenha de algo novo, já tenho minha comparação entre os aparelhos.

Então esse post é uma compração entre o antigo kindle mais barato que nem é mais fabricado com o novo kindle mais barato.

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Pode ser um pouco inútil, mas acho que fala muito sobre a evolução dos aparelhos tecnológicos. Chata ou antiquada, prefiro o velho.

Para começar, não tenho interesse em um modelo paperwhite e ponto final. É uma preferência minha, principalmente por não querer uma iluminação embutida…

Se há algo que elogia no Kindle, que o coloca a frente de qualquer um tablet quando o interesse do consumidor é a leitura, é sua bateria. É simplesmente exteriorizaria a sua duração em tempos em que se a bateria de um eletrônico dura um dia, extrapola o que é esperado. Com um kindle, você não fala de dias, e sim de semanas, meses. Você pode ler vários livros grandes sem ter que carregar de novo. E continua assim.

O defeito é que quando comprado com o antigo. Continua com uma bateria que dura dias, mas sua duração não é tão boa quanto a do outro.

E o pior defeito: não tem botões. Em uma era de touchpad, não é de se esperar que algo bom tenha botões, e que um kindle com esse tecnologia seja visto como superior e desejável em comparação com um que tem botões. Só que não é, ao mesmo tempo em que é.

Anatomicamente, o 1º kindle foi projetado para ter a melhor experiência de leitura possível. Em outras palavras, para que o leitor tenha finalmente uma posição confortável para ler. Havia dois botões laterais para passar e voltar as páginas, que segurando na ponta inferiora e com o dedão esticado para cima, você possa passar as páginas facilmente, e sem pressionar muito. Como não é pesado, você não fica cansado de segurar.

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Apesar de ser um modelo diferente, a posição para segurar o meu antigo kindle era mais ou menos essa

Os botões laterais para virar a página voltam nos modelos mais caros (não no paperwhite), mas não nos dois mais baratos. E isso é um problema. Apesar de virar a página com apenas um toque de dedo, acaba complicando as coisas. Como a tela é muito sensível, usando uma mãe e passando as páginas com o dedão, já fiz várias vezes dois toques, seleções, entrei em outras funções sem querer… E por causa disso, precisa de mais esforço sim para passar as páginas, se tornando desconfortável…

Mas permite que você digite. Escrever era um inferno no 1º modelo, mas praticável no segundo. Assim se torna mais fácil buscar algo quando se tem uma biblioteca grande, maior facilidade para comprar algo na amazon direito do aparelho. E é um aparelho completamente voltado para a compra. Na página inicial do outro, tínhamos os livros armazenados, agora tem uma sessão com a biblioteca, as leituras, e embaixo, com bastante destaque, algumas dicas de compras….

Não navegar na internet. O navegador do kindle continua experimental, todas as vezes que tentei usar, a página ficava trêmula. Mas dá para usar em caso de urgência…

E para quem apaga e coloca de novo um arquivo com o mesmo nome, agora ele volta para a última pagina lida.

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