Resenha: Corte de Espinhos e Rosas, de Sarah J. Maas

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Título: Corte de Espinhos e Rosas

Série: Corte de Espinhos e Rosas

Autor: Sarah J. Maas

Língua em que li: Português, ao menos na segunda vez foi. Tentei ler em inglês antes, mas abandonei

link para compra: Corte de Espinhos e Rosas
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Não fiz uma leitura desse livro, mas sim uma releitura. Tem uma enorme diferença, ainda mais se considerar que li em inglês na primeira vez, e posso garantir que há uma sensação diferente em ler a mesma história em línguas diferentes, mesmo que seja a mesma história a ser contada. Encontrei alguns erros na tradução, mas quem se importa? Ainda mais considerando quem está falando…

Não pretendia reler esse livro no momento, e sim o segundo título da série. Logo na primeira página, descobri que tinha a obrigação de fazê-la por não entender bulufas do que acontecia. Acabei de ver de novo essa página e descobri que deve ser um sonho. De todo modo, creio que foi bom reler esse livro antes de ir para o segundo, ainda mais se considerarmos que misturei o enredo desse livro com o Beleza Cruel (que também é um bom livro, talvez faça uma resenha dele depois).

Há um bom motivo para essa minha confusão: ambos os livros são recontos de A Bela e a Fera. Discordo com a comparação com Game of Thrones, essa que parece ter virado uma obrigação no momento para divulgar qualquer obra de fantasia com um pé no medieval e um personagem mais esperto. Ao menos, até um pouco mais da metade da obra, é uma clara releitura desse conto. A segunda metade é bem O trono de vidro, da mesma autora.

Feyre é a filha mais nova de um mercador que outrora foi rico, mas que perdeu a fortuna na sua infância. Sua idade faz com que seja a única sortuda da família por não ter muitas lembranças da época em que tinham privilégios, de modo que foi aquela que se adaptou com mais facilidade a nova vida. Em outras palavras, é aquela que dá conta de trabalhar e entende que consegue sobreviver sem luxos e sem amigos ricos. Isso que a faz ser distante dos outros membros da sua família, tanto por não conseguirem ter os mesmoa interesses, como também por ser negligenciada por eles. Um exemplo disso é o fato de ser analfabeta pela família considerar a escola da vila deles indigna, e nem o pai e nem as duas irmãs se deram ao trabalho de ensinar ela. O que não significa que Feyre não os ame e ainda por cima fez uma promessa ao leito de morte da mãe de que cuidaria deles. Foi tudo isso que fez essa garota aprender a caçar para o sustento da casa. E a caçar um lobo enorme, arrancar a pele dele e vender.

Esse lobo não era um lobo, e sim um Feérico, uma espécie de ser humano mágico que consegue mudar de forma. O mais importante sobre eles: séculos atrás, escravizavam humanos e depois de uma guerra, separaram um enorme território para eles. Agora viraram a criatura que assombram criancinhas… Por assassinar o seu amigo, um Feéreo invade a casa de Feyre e diz que pelo Tratado estabelecido após a guerra, uma vida deveria pagar a outra. Com a escolha de ser morta ou viver o resto de sua vida com ele, ela parte para a casa dele.

Uma mansão, enorme e luxuosa, na qual vive como uma convidada. Uma convidada que sente que sua vida é ameaçada a todo instante.

Ao menos, esse é o começo do livro. Não falarei o que virá depois, pois posso estragar a sua leitura. Só posso adiantar que não é um romance puro e meloso, e mais um livro de aventura. É um livro bem Sarah J. Maas, daqueles que me fazem lamentar por ter livro o segundo volume de Trono de vidro no meio de uma ressaca literária e agora não conseguir avançar na série…

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