últimos dias de Kindle Unlimited

Estou me despedindo Kindle Unlimited. Você só terá mais 5 dias para comprar A vilã de graça pelo programa de forma gratuita para quem estiver no programa. Bom… estará me ajudando se comprar… Depois disso, tentarei colocar permanentemente na Amazon dessa forma. E se quiser comprar da forma paga, eu juro, juro que não vou reclamar!

Acesse o link https://www.amazon.com.br/dp/B01B3MLZIY

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Resenha: Paper Princess, de Erin Watt

Título: Paper Princess (princesa de papel, em tradução livre)

Série:The royals

Autor: Erin Watt

Língua em que li: inglês

Tem em português: Nenhuma editora ainda publicou uma tradução. Então, sem uma tradução “oficial”. Pessoas espertas entenderam…

Link para compra: Paper Princess: A Novel (The Royals Book 1) (English Edition)

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Sim, esse é o livro que todo mundo que lê em inglês mesmo está falando e você, se não souber essa língua, deve estar morrendo de vontade de conferir. E não é exatamente porque adoraram. Existem dois grande grupos: aqueles que chamam esse de livro do ano, e os que consideram como o pior livro do ano. Qual é o seu lado?

Em primeiro lugar, eu não me importo com o nível de baixeza que um bad boy pode ter em um livro, ele deve ter o mínimo de respeito a dignidade humana do seu par romântico. Em suma, tratar todos como lixo é OK, mas a mocinha é exceção! Porém, como sou compreensiva, acredito que pessoas podem mudar. O mocinho até que pode maltratar a mocinha, mas no final, quando os dois ficam juntos, é porque ele vai criar uma relação decente com ela.

É por isso que vou continuar a ler essa série. Eu tenho fé na mudança!

Hana Yoria Dango e mangás de harém masculinos são a minha referência de comparação para Paper Princess (e graças a uma pesquisadinha, descobri que esse mangá tem continução, fiz até uma resenha sobre ela). Quando comecei a ler, pensei que esse é exatamente o enredo de um mangá desse tipo pensado por alguém que não gosta de toda a fofura kawaii japonesa. A mocinha não é uma colegial inocente e atrapalhada, e sim trabalha como stripper. Ella nunca deu um beijo na vida, mas ainda assim é uma stripper, o que nunca veremos em um mangá desse tipo.

Ella trabalha mesmo como uma stripper, mesmo que tenha só dezessete anos. Começou com quinze, para pagar as contas do hospital da mãe, mas agora que ela morreu, continuou para pagar as próprias contas. Já li uma resenha dizendo que essa parte é fantasiosa demais, uma garota de dezessete trabalhando como uma stripper, mas em um mundo onde prostituição infantil e pedofilia existem, quem pensa assim necessita urgentemente sair de sua zona de conforto!

A garota também falsifica a sua documentação para ir para a escola, e é nesse lugar que é apresentada a Callum, homem que nunca viu na vida e que se apresenta como seu guardião legal. É claro que ela não acredita a princípio, até mesmo foge da escola. Só o que ele a segue em  seu emprego e lá conseguiu convencê-la de ir com ele . Fazem um acordo: Ella ganha dinheiro em troca de ficar na casa dele e ser sua filha. Decidiu procurar ela porque era o melhor amigo do pai da garota, esse que ela nunca conheceu. Assim ela entra numa família rica e na mansão enormemente grande dos Royal. E aparecem os seus novos irmãos.

Começa a parte do harém, o que significa que são cinco rapazes de idade parecida com a dela e lindo e maravilhosos. E que a odeiam. São eles os bad boys, ou como mais convém, rebeldes sem causa. Todos os irmãos tem uma raiva inexplicada vinda de lugar nenhum. E acreditam que Ella está dormindo com o seu pai e que é uma prostituta. Caso são saiba, prostitutas e strippers são profissões diferentes. A prostituta era a namorada do pai, e não estou tentando xingar ela, porque para começar não é um xingamento. Voltemos aos irmãos, eles fazem de tudo para que sua vida seja um inferno, sempre frizando questões relacionadas a sua sexualidade. O segundo mais velho é aquele de maior destaque, e é o interesse amoroso.  Como já mencionei, acredito na mudança, já que ele realmente trata ela mal. Como é um conceito amplo, foi sim abusada sexualmente por ele. ACREDITO NA MUDANÇA, repita comigo!

Ella permanece então naquela casa, com Callum a tratando melhor do que todos da casa, a namorada do pai tendo uma relação que por vezes é de uma irmandade, outras de rivalidade e com os irmãos a odiando. Eles também são os reis da escola numa relação que lembra bem Hana Yori Dango. Ella é uma personagem durona e ao mesmo tempo dotada de sentimentos, o que a torna fácil de se identificar. Tiveram cenas que eu considerei excessivas, mas a autora é boa na arte de manter o leitor vidrado na história, que é o motivo pelo qual continuarei lendo.

E sobre o final que todos comentam, foi mesmo de certo modo inesperado, mas num sentido de “qual é a lógica disso”. Terá que tem uma boa explicação para isso, porque EU ACREDITO NA MUDANÇA!

Edição no dia 25/07/16: para ver a resenha de Broken prince, clique aqui.

Adianto que a mudança aconteceu!

Terminei o segundo volume de Um conto de uma fada

Antes de tudo, se você ainda não leu A vilã da história, baixe agora ou leia online no smashword clicando aqui!

Terminei! Finalmente terminei de escrever o livro 2 de Um conto de uma fada!

*FAIRY:

Essa imagem é só de referência, não é a capa do livro. E está no meu painel do pinterest!

Para entender esse finalmente, explicarei a verdadeira saga que foi escrever esse livro:

Comecei a escrevê-lo no meio de 2014, o que faz com que eu esteja ocupada com ele por mais de dois anos! Comecei a escrevê-lo empolgadíssima, mas tive uma bloqueio por alguns meses no segundo semestre de 2014, época que escrevi pouquissimo. Consegui retomar no começo de 2015, mas devido a problemas pessoais, tive um novo bloqueio, e também esrevi pouco. Quando melhorei e voltei a escrever, enfrentei um semestre demoníaco no final de 2015. Tinha minha agenda lotada de manhã, tarde e noite e quando me desocupada, estava exausta, tanto meu físico quanto a minha mente. E quando minha rotina voltou ao normal, me dei conta que só faltava um capítulo para começar. Oh, que bom, já vai terminar. Sim, só faltava poucas páginas para terminar de escrever o encerramento de um livro inteiro depois de passar meses sem escrever uma única palavra! Quando retomei, só descobri que tinha coisas importantes que precisavam aparecer e que eu me esqueci! Tenho o enredo do livro inteiro anotada em um caderno, mas tem essas minúcias que são importantes, tem de entrar de novo no clima do livro… Teria que reler a história inteira para dar um fim nela!

O lado bom disso foi que adiantei a publicação de A vilã da história. Pretendia arrumá-lo para a publicação só depois de terminar de escrever o segundo livro, para o caso de ter de colocar uma mudança (o que não aconteceu), mas decidi adiantar essa parte. Quando terminei, comecei a revisar o segundo livro, revisão que terminou na quinta-feira passada. Comecei a escrever o último capítulo nessa sexta-feira, e agora terminei. Sim, sou uma lerdeza para revisar, mas para escrever até que sou rápida 🙂

Agora contarei a parte ruim.

A princípio, pretendia fazer uma trilogia, o que nesse momento corre risco de não acontecer. No momento, será uma duologia, dois livros.

Mas porque decidi isso? Em primeiro lugar, devido ao efeito de afunilamento que acontece com livros de série, com cada volume tendo menos vendas do que o seu antecessor. As vendas de A vilã da história estão até maior do que eu esperava que teria, mas entenda que as minhas expectativas são de uma escritora indie de literatura juvenil do gênero fantasia cujo maior problema é ser brasileira. Minhas expectativas são natalmente baixas em questão de unidades vendidas! Vender um exemplar já é uma conquista! E também tem a questão do tanto que escrevo e do tempo que gasto, que só muitos para ambos. Não vale a pena se dar tanto trabalho para criar uma obra grande que ninguém vai ler.

E também decidi isso devido ao fato de que Um conto de Uma fada não é uma única aspiração. Tenho no momento 3 enredos de outros livros prontinhos para serem escritos. Acho que quem gostou de A vilã da história talvez vá gostar mais de um outro livro do que um terceiro livro na série que talvez em nem estaria tão animada para escrever.

Considerando que a minha ideia de série é a de várias histórias que tem um começo e um fim em si mesma, mas que possuem uma ligação, foi até fácil terminar no segundo volume. Foi mesmo nesse capítulo que acabei de escrever que tiveram grande mudanças, já que muito da história já foi resolvido antes. Só tive que tirar o que seria o começo do próximo volume e colocar vários pontos finais. Na minha opinião, tem até mesmo mais cara de final do que aquele que eu planejava.

Só que… ainda tem a possibilidade de ter mais uma coisinha para terminar… Um epílogo mais detalhado ou uma novella sobre uma história no futuro. É provável que seja o segundo, já que tem personagens que eu já tinha planejado trabalhar mais no terceiro título. O meu problema será enterrar um livro inteiro e criar uma história pequena. Ainda tenho eu luto para viver. E por esse motivo é pelo que ,apesar de pronto, só lançarei esse livro no ano que vem. Ainda podem ter mudanças.

Para você não ficar triste, vou contar sobre o que é o livro que começarei a trabalhar: um casal de ladrões de carros que fazem isso pelos seus princípios!

Kindle: uma opinião de quem o tem há anos

Edição em julho de 2017: Sim, ainda meu kindle funciona muito bem! E está mais descascado do que nunca! Pelo que vi, esse é o modelo que mais se aproxima do aparelho que tenho: Kindle Paperwhite Wi-Fi, iluminação embutida, tela de 6″ sensível ao toque de alta definição. Aliás, você pode comprar por esse link. Aliás, se for comprar, use esse link para o meu bem (e centavos que ganharei de comissão; e sim, essa resenha foi feita antes dessa comissão). E esse modelo está no momento com o mesmo preço que comprei o meu, R$299,00. Se não me engano, esse modelo ou um semelhante era R$499,00 na época da minha compra…

Edição da edição: tem agora esse modelo Novo Kindle (cor preta) com tela sensível ao toque e Wi-Fi , 8a. Geração e Novo Kindle (Branco) com tela sensível ao toque e Wi-Fi , 8a. Geração, que é mais barato que o acima, que também é parecido com o meu. O preço é mais barato que o acima, mas é porque esse que mencionei ficou mais barato quando fiz a edição, depois voltou a ficar caro…

Tenho um kindle desde 2013. Tenho o mesmo kindle desde 2013. Creio que disso você possa extrair duas informações: de que essa resenha será positiva e de que o bichinho é resistente. O coitado já está descascando, tem marcas coloridas de esmalte (fruto de estragar muitas unhas recém pintadas) e um ou outro arranhado… e ainda funciona da mesma maneira que veio.

É esse o modelo do meu Kindle. Detalhe para os botões laterais. Não vendem mais no Brasil, mas ainda está à venda no exterior.

Fazer a avaliação de um eletrônico quando novo e depois de anos de uso tem uma grande diferença. No primeiro, tem a reação do primeiro impacto, de novidade e de maravilha ou decepção; já depois, você sabe exatamente do que está falando.

Caso não saiba do que estou falando, Kindle é um e-reader da Amazon. Um dispositivo portátil feito especialmente para a leitura de livros, no qual você pode comprar livros virtuais feitos especialmente para ele, e também enviar arquivos em outros formatos. E não é um tablet, ao menos os modelos que não são do Fire. Todos acham é que um tablet, mas não é um.

O meu modelo é um que descobri que já saiu de circulação ao fazer essa resenha, o Kindle Kindle mesmo… Sua tela não é touch-screen, já botões do lado para mudar a página e era o mais barato na época. Se não me engano, paguei R$200,00 ou um valor parecido em uma promoção, mas era R$299,00. Tive um contato breve com o modelo Papperwhite, mas foi breve, de modo que a única diferença que notei era que o meu funcionava com botões e o outro era touch-screen.

Aquilo que de longe é o mais chamativo em um Kindle é a sua tela. Quem não conhece o aparelho, acha que é um tablet com uma tela muito estranha, que chama mesmo a atenção das pessoas. E isso é literal, quando ligado, parece mesmo que tem um papel chamex com um texto impresso na frente de um tablet, ela parece mesmo que é feita de papel, diferente das que você conheçe. Branca, fosca e não importa de que ângulo você esteja, terá sempre a mesma qualidade, como uma folha escrita. Isso devido a tecnologia E-INK que é usada, diferente das telas que funcionam com emissão de luz. Contudo, devido a isso, tudo é preto e branco. O E-INK tem, ao meu ver, duas grandes vantagens.

  1. A primeira é a inexistência daquela luz emitida que pode cansar a vista. Para ler no escuro, precisa comprar de uma minilâmpada, já que não emite nada, mas a vantagem de se fosco ganha dessa inconveniência. Você pode passar horas (e eu faço isso) na frente do seu kindle que você não vai ter dor de cabeça e não se cansará.
  2. Porém, a melhor vantagem do E-INK é a energia gasta. O Kindle gasta pouquíssima energia, mas pouquíssima energia mesmo. A propaganda usada para divulgar isso antes que eu comprovasse parecia que era sensacionalista, mas não é. Colocam um gráfico de consumo de energia de tablets e celulares, e a barra do Kindle é mais ou menos 100 vezes maiores que dos outros. Para você ter uma ideia, ele vem ligado! Eu disse ligado, com escritas na tela que eu pensei até mesmo que era um adesivo! Isso é possível pelo fato de que a energia é gasta com a mudança de página, de modo que mesmo que você nunca desligue, pode ficar eternamente ligado em uma página sem gastar nada (ao menos é uma teoria que tenho). E o tanto que gasta é risório. Você pode ser um livro inteiro e a mal vai diminuir a barra de energia. Em uma analogia, o tanto que diminui na barra de energia do seu celular depois de usá-lo por poucos minutos e o mesmo que você lê um livro de 500 páginas. Lembrando que é um dispositivo para leitura de livros, de modo que foi feito para que você consiga ler um livro da melhor maneira possível.

Ele é fácil de usar, você aprende a fazer isso em poucos minutos. Se não me engano, o manual que veio para mim só explicava o que cada botão fazia e dava um link para maiores informações. Você pode carregar livros tanto por wifi quanto via USB, ainda pode enviar por e-mail.

Agora, a parte que aprendi com os anos de uso.

Como mencionei, anos de uso e ainda funciona como veio da fábrica. Tudo bem que eu sou do tipo de pessoa que cuida bem dos meus eletrônicos e por isso todos eles duram muito, mas já deixei ele cair várias vezes e ainda está vivo. E não tenho uma capa de proteção. Assim, não precisa ter tanto medo de comprar, quebrar e não encontrar assistência técnica, já que ele é fortinho!

Algumas pessoas não gostam dessa ideia de dispositivos eletrônicos para lerem livros, já que gostam de ter o livro nas mãos, pegar o livro, passar as páginas… Depois de uma semana com um e-reader, você muda de ideia. Não posso garantir muito nesse campo, já que nunca tive essas preferências, lia livros antes de ter um no computador. Para começar, porque a tela dá a impressão de que é feita de papel, e por vezes você até esquece que está na frente de um eletrônico. Ademais, é o fim da eterna busca de uma posição perfeita para ler, já que é leve o suficiente para segurar com uma mão sem sentir dor ou cansaço, e dá para mudar as páginas com a mesma mão que segura. E é leve! Se você é um leitor por paixão e não se preocupa em exibir seus livros em uma estante, o Kindle foi feito para você.

A tela é menor que de um livro regular, ou de um tablet, mas não faz a menor diferença!

E o aparelho se paga por si mesmo depois de algum tempo. Isso devido a diferença entre os preços entre livros físicos e virtuais, que é enorme. Tudo bem que durante um breve período você encontrava alguns e-books mais caros que os físicos, mais já voltou ao normal. Ainda existem diversos livros disponíveis de graça online. O tanto que você gastou logo será o tanto que economizou. Depois de cerca de 10 livros.

É sério. Compre 10 livros virtuais em vez de físicos e o preço economizado é o suficiente para comprar o Kindle mais barato do mercado!

Você tem a possibilidade de ler um livro quando te dá vontade de lê-lo. Basta ir na página da Amazon, comprar, esperar segundos para do download, e o livro está na suas mãos. Apesar da pouca memória que o aparelho possui, os arquivos dos livros são leves, de modo a permitir que tenha dezenas armazenados ao mesmo tempo. Além disso, há a possibilidade de que com  wifi, você pode comprar e receber o livro que quiser em questão de segundos pelo próprio aparelho.

Nem tudo é maravilhoso: de vez em quando ele reinicia sozinho. Não creio que são atualizações, já que não noto mudanças e não coincide com o momento no qual está conectado ao wifi. E não é tão frequente assim, cerca uma vez a cada semestre. Demora menos de 5 minutos, o suficiente para ficar com raiva, já que além de esperar, a abre na página na qual você ligou e não a que parou. Mas isso não acontece com frequência, duas ou três vezes no ano.

A tela dos modelos não FIRE são preto e branco, então se sua necessidade for para algo colorido, não serve. Nunca precisei de cores, já que só uso textos, mas caso precise, não é para você.

E você vai odiar .pdf. Sim, o Kindle abre esse tipo de arquivo, mas as páginas em geral são grandes demais para ficarem boas na tela pequena de dele. Até o momento, é o único formato que quando eu converti, fica uma bagunça, além de mostrar a página e não um texto corrido. Se for ler um, mude o formato de exibição de tela, em vez e vertical, como horizontal.

Comentário após edição: agora só vendem aparelhos touchscreem, por isso não tem mais esse problema. Como não aparece uma tela fixa e a possibilidade de manipular ela com facilidade, basta tratar como um .pdf em um tablet. Só que preto e branco…

Acima de tudo: isso é um e-reader, e não um tablet. É um aparelho destinado para quem quer ler livros, fora o modelo FIRE, que foi pensado para ser mais como um tablet. Se você acha que um Kindle é um tablet mais barato, não compre. Agora, se você quer comprar um tablet ou um celular com tela maior e um dos maiores motivos é ler livros com maior comodidade, vale a pena pensar em comprar um e-reader.

Nunca me arrependi por não ter um tablet e ter um Kindle. A leitura não é a mesma que a de um, ou de um celular. A bateria e a qualidade da tela feita para leitura são o suficiente para valer a pena investir em um mesmo que tenha um outro aparelho que tenha um aplicativo Kindle.

Para quem pensa em comprar, tenho algumas dicar!

Minha primeira dica é: não compre o carregador! Você não vai precisar dele e é caro! O pacote do Kindle vem com o aparelho e o cabo USB, mas não o aparelho (que não sei o nome) no qual você pode colocar para carregar na tomada. Ele demora um pouquinho para carregar no computador, se você esperar descarregar para carregar vai demorar muitas horas, mas mesmo assim vale a pena carregar no computador porque a bateria não vicia. Meu aparelho nunca descarregou e sempre recarrego depois de um ou dois livros, na metade de um, e como disse no começo, ele ainda funciona como novo. Por vezes, só o tempinho para passar um livro para o aparelho e depois esquecer que está conectado é o suficiente para recarregar. Menos de 5 minutos.

Segunda dica: instale o Calibre (link para download aqui) no seu computador. Se eu fosse você, teria instalado mesmo sem o kindle, já que é ótimo para organizar os seus arquivos. Com esse programa, você pode enviar arquivos para o seu aparelho, além converter arquivos para o formato .mobi, que é o melhor formato para ler. Dá para copiar e colar na numa determinada pasta, porém esse programa facilita muito, além de deixar tudo organizado!

Terceira: sempre tem promoção de aparelhos, e vale a pena esperar.

Quarta: se for baixar um livro online que não seja na Amazon, busque em todos os formatos possíveis antes de um pdf. Esse tipo de arquivo costuma não ser formatado em parágrafos, e sim linhas, o que faz com que se quando convertido para .mobi fique muito feio, o que só piora se tiver imagens!

Quinta: a Amazon é a maior loja virtual de livros no momento na minha opinião, e o formato no qual vendem os livros é só para um kindle. É por isso que eu indico essa marca, já que das outras outras lojas (como o Kobo) são mais fáceis de converter e ser reconhecidos em um Kindle do que vice versa. É, a Amazon é boa para monopolizar mercados…

A não ser que você seja do tipo de pessoa que até hoje usa uma máquina de escrever porque é mais “pura” do que um computador, daqueles que tem que cheirar um livro e fazem parte de algum culto contra energia elétrica, se você gosta de ler, você tem de ter um e-reader. E esse tipo de aparelho que para mim é o mais indicado para o Brasil é o Kindle.

Resenha talvez provisória: Corte de névoa e fúria, de Sarah J. Maas

Título: Corte de névoa e fúria

Série: Corte de Espinhos e Rosas

Autor: Sarah J. Maas

Língua em que li: inglês

Tem em português: sim

link para compra: Corte de Névoa e Fúria – Volume 2. Coleção Corte de Espinhos e Rosas

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Sofro do que chamo de “a grande maldição do segundo livro da Sarah J. Maas”. Não consegui ler o segundo volume da série Trono de vidro, agora não consegui ler o segundo de Corte de Espinhos e Rosas. Começo, adoro e em um determinado momento fico entediada e troco por outro livro. Não consegui passar dos 21% dessa vez…

Não digo que o livro é ruim, muito pelo contrário: até onde li, amei! Por isso que chamo de “a grande maldição do segundo livro da Sarah J. Maas”, pois apesar de querer muito continuar a ler, não consigo! Por isso tenho esperança que um dia, não agora, eu continue esse livro.

Nesse volume Feyre, que agora é uma Feérica, se torna a noiva  de Tanlin, uma noiva vinda direto da década de 1950 digamos de passagem. Se você leu o primeiro livro, sabe que Feyre e papel de Amélia não combinam, de modo que ela se torna infeliz, mesmo que tente disfarçar. E disfarçar é a palavra chave para a personagem no início da história. Ela tenta disfarçar as consequências psicológicas que sofre depois dos incidentes do final do primeiro livro, o seu incômodo com o lugar que passou a ocupar na casa, que estava feliz. E teremos o seu casamento, no qual vacila no momento de dizer sim. Nesse momento é socorrida por Rhysand.

Esse é um personagem que só teve um destaque no finzinho do último livro, mas que tem um grande destaque agora. Recapitulando, Feyre fez um trato com ele, no qual garantia que ficaria na companhia dele por uma semana de cada mês pelo resto de sua vida. Até o momento de seu casamento, Rhysand não a procurou, porém agora a levou a seu reino bem no meio do casamento dela. Lá, ele sugere a ela que a moça pode ser a chave para o fim de uma guerra futura e por isso deve aprender a lutar. Voltando para casa, Tanlim diz que é besteira, que Feyre pode ser um alvo em potencial. E assim a história vai…

Edição do dia 13/06/16: Não, não terminei de ler o livro, só relembrei de algo que eu queria dizer nessa resenha. É quase que uma tendência de séries que são baseadas em contos começar um livro usando o conto inteiro e o resto ser de autoria própria, algo que não gosto. Sinto que não dá uma sequencia esperada, uma consistência, um não recebo aquilo que foi prometido… E ao menos até o momento, não vejo em nada em que é baseado.

Resenha: Vampire Girl, por Karpov Kinrade

Título: Vampire Girl

Série: Vampire Girl

Autor: Karpov Kinrade, o alter ego do casal Dmytry Karpov e Lux Kinrade

Língua em que li: inglês

Tem em português: não, e arrisco afirmar que não terá

link para compra: Vampire Girl (English Edition)

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Não gostei desse livro, o que é uma pena já que tinha muito potencial. Sabem um livro que teria de tudo para dar certo, mas que uma ou outra coisinha conseguem estragar ele por inteiro? Esse! Ao menos foi para mim, já que parece que todos adoraram o livro e sou a única enjoadinha que emburrou com algo. Comecemos a falar da história, que foi a parte que gostei.

Arianna (cuja idade não sei se foi citada, mas parece ter 18 ou 19 anos) é só mais uma dessas moças batalhadores e trabalhadoras sem tempo para nada. Quando sua mãe entra em coma, ela descobre que o sobrenatural existe. Ela morreu na infância, em um acidente de carro que também matou seu pai, porém a mãe fez um pacto com o demônio, o rei do inferno Lucian, para que Arianna pudesse viver e ela a visse crescer. Como já foi concretizado, a mãe deve dar o que prometeu, que seria sua alma. Se acha que está sendo macabro demais, eu também achei que o que disse agora também é e não ilustra bem o clima do livro, que é bem levinho. Essa história foi revelada para nossa protagonista por um homem, que faz um acordo com ela: sua mãe poderia continuar a viver, mas em troca teria de se casar com um dos príncipes vampiros demônios. Sim, príncipes demônios que são vampiros! Assim ela vai para o inferno e descobre que não é nada do que imaginava, e que aquele foi um plano elaborado por Lucian há anos para salvar seu povo.

Enredo legal, não? Foi ai que a coisa começou a desandar para mim…

Gosto quando um autor pega uma ideia antiga, desconstrói e cria algo criativo com isso. Porém, ainda tem aquela essência que nos remete aquilo que era o original. Já deu para perceber que não gostei dos príncipes infernais vampiros, que não mencionei que tem a maldição dos sete pecados capitais, e que o primeiro grande erro é que os pecados capitais não são exatamente os pecados capitais que conhecemos. Não temos o príncipe da ira porque não faria um par romântico interessante, assim temos o príncipe da guerra! Os autores desconstruíram tanto, mas tanto o material de origem que não tem mais sentido, tornando o extremo oposto da ideia que podemos ter. Se gostou da ideia dos príncipes demônios vampiros, governando o inferno e inspirados nos pecados capitais, pode se preparar para não ter o que prometeram. Para mim, faria mais sentido se em vez disso, criassem um reino de fantasia e que tenha esse nome, já que foi isso o que aconteceu!

O tamanho do livro também me desagradou. É curo demais e dá a impressão que finalizou no momento em que seria o começo da história, quando ela começou a desenrolar. O segundo volume foi lançado próximo da publicação do primeiro, mas considerando que terminou com um cliffhanger, não é sobre isso que falo. Poderia ter muito mais história.

E spoiler importante: ainda não descobri o motivo do título do livro…

Ao longo do livro, o desenvolvimento, os personagens e as questões em que tocaram me cativaram, mas tive a sensação que poderia ser mais.

trecho

Um clássico das fadas madrinhas, salvar a donzela indefesa..jpgERA COMO SE FOSSE UM SONHO QUE DEPOIS APARECIA COMO REALIDADE, QUE PISCAVA E VOLTAVA AO ARRANJO DE ANTES. 

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A vilã da história está à disponível de graça no formato digital pela KOBO. Para comprar, basta acessar a link:

https://store.kobobooks.com/en-ca/ebook/a-vila-da-historia

O livro física é vendida pelo Clube dos Autores. Para comprar, bata acessar o link:

https://www.clubedeautores.com.br/book/208347–A_vila_da_historia#.VyS0rzArLDc